O que eu peço é que você seja sempre de verdade também. Que me queira assim, imperfeita e cheia de confusões. Que saiba os momentos em que eu preciso de uma mão passando entre os fios de cabelo. Que perceba que às vezes tudo o que eu preciso é do silêncio e do barulho da nossa respiração. Que veja que eu me esforço de um jeito nem sempre certo. Que veja lá na frente uma estrada, inteiramente nossa, cheia de opções e curvas. E que aceite que buracos sempre terão.
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Aquilo que inventei
Quer saber um segredo? As pessoas mentem. Nem todo mundo viveu um amor. E não é todo mundo, desculpa a franqueza, que vai ter a chance, a sorte, a ousadia de viver um sentimento tão puro como esse. Eu queria de uma forma meio desesperada que fosse amor. E dizia que era. Até sentia que era. Sentia porque eu queria, muito, sentir. Mas, olha, não era. Não era, não foi. A gente não foi tudo aquilo, não. Aquilo era uma paixão forte, uma coisa que me tocou, me mexeu, me revirou, chegou sem fazer barulho, pé por pé e depois fez um estardalhaço grande aqui no meu peito, na minha vida, nos meus dias, nas minhas noites. Aquilo quase me destruiu por dentro e por fora. Acho que você não entende direito o que quero dizer, mas quem já viveu uma paixão violenta e arrebatadora sabe do que estou falando. Dói, ai, como dói. E arrebenta por dentro. Arrebenta feito balão de festa. Estoura, entende? Estoura e não sobra nada, não sobra um pedacinho pra contar história.
E o que é mais louco é saber que me apaixonei por alguém que não existe. Eu te inventei. O modo que te via, foi inventado por mim. E o que você é de verdade, não é pra mim, é pouco...
Quero um homem que, no mínimo, tenha um pau maior que o meu. Não o membro, mas nas atitudes.
E o que é mais louco é saber que me apaixonei por alguém que não existe. Eu te inventei. O modo que te via, foi inventado por mim. E o que você é de verdade, não é pra mim, é pouco...
Quero um homem que, no mínimo, tenha um pau maior que o meu. Não o membro, mas nas atitudes.
Pensando hoje, sem fortes emoções, me liguei que não fui eu que te fiz sentir um merda (como vc insistia em afirmar) , te fiz enxergar isso, mesmo sem querer.
Muito bom perceber isso. Estou livre!
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Clarissa Correa,
dedo podre
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Esse cara sou eu...
Parabéns para você, que tem um sonho. Que não
desiste, apesar do que falam. Que não se abala, apesar do medo. Que
sente uma fraqueza interna, mas caminha com passos firmes. Que fica
tonta, mas não desmaia. Que apesar de cada pedra no caminho, corre. Que
reclama dos problemas, mas entende que a vida é feita deles. Que tenta
entender o defeito alheio – e procura perceber os seus.
p.s.:Hoje é meu aniversário,e me sinto muito muito feliz.
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