Ele: Você sempre foi muito intensa.
Ela: Quero viver tudo que me é oferecido
Ele: Já se machucou muito por isso!
Ela: Não me arrependo.
Ele: Qual foi a melhor fase da sua vida?
Ela: Hoje, agora.
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
tudo é agora.
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terça-feira, 5 de março de 2013
Aquilo que inventei
Quer saber um segredo? As pessoas mentem. Nem todo mundo viveu um amor. E não é todo mundo, desculpa a franqueza, que vai ter a chance, a sorte, a ousadia de viver um sentimento tão puro como esse. Eu queria de uma forma meio desesperada que fosse amor. E dizia que era. Até sentia que era. Sentia porque eu queria, muito, sentir. Mas, olha, não era. Não era, não foi. A gente não foi tudo aquilo, não. Aquilo era uma paixão forte, uma coisa que me tocou, me mexeu, me revirou, chegou sem fazer barulho, pé por pé e depois fez um estardalhaço grande aqui no meu peito, na minha vida, nos meus dias, nas minhas noites. Aquilo quase me destruiu por dentro e por fora. Acho que você não entende direito o que quero dizer, mas quem já viveu uma paixão violenta e arrebatadora sabe do que estou falando. Dói, ai, como dói. E arrebenta por dentro. Arrebenta feito balão de festa. Estoura, entende? Estoura e não sobra nada, não sobra um pedacinho pra contar história.
E o que é mais louco é saber que me apaixonei por alguém que não existe. Eu te inventei. O modo que te via, foi inventado por mim. E o que você é de verdade, não é pra mim, é pouco...
Quero um homem que, no mínimo, tenha um pau maior que o meu. Não o membro, mas nas atitudes.
E o que é mais louco é saber que me apaixonei por alguém que não existe. Eu te inventei. O modo que te via, foi inventado por mim. E o que você é de verdade, não é pra mim, é pouco...
Quero um homem que, no mínimo, tenha um pau maior que o meu. Não o membro, mas nas atitudes.
Pensando hoje, sem fortes emoções, me liguei que não fui eu que te fiz sentir um merda (como vc insistia em afirmar) , te fiz enxergar isso, mesmo sem querer.
Muito bom perceber isso. Estou livre!
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Clarissa Correa,
dedo podre
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Sobre o que não fomos, por Karla Tabalipa . (Ou Desamando)
Ia me jogar no seu colo quando você chegasse, e passar o dia assim, morando no seu abraço.
Ia dedicar a você, banhos e poesias. Te beijar como se fosse a última vez. Te amar a noite toda, o dia inteiro, o resto da vida.
Não me importaria em ser clichê, piegas, melosa demais, se fosse só sua e você fosse só meu.
Ia
lembrar de você escutando as músicas mais lindas do mundo, e te ligar
de madrugada, só pra lembrar o quanto você é importante pra mim.
Ia
ser toda sua. De corpo e coração. Ia encher sua carteira de bilhetes,
lembrando o quanto você e lindo, e melhor do que todos os outros caras
do planeta inteirinho.
Ia mandar mensagem no meio do dia pra não te deixar esquecer, que não esqueço de você.
Ia te prender com pernas, letras e coração. E ainda sim, te deixar ir, só pra te ver escolhendo ficar.
Ia ser sua paz e seu desassossego. Sua menina e sua mulher.
E
sua, sempre sua, só sua. Tão sua, que ninguém ousaria tentar me tirar
de você. Tão sua, que você não teria o menor medo de me perder.
Eu teria sido sua, se não fosse o medo de um dia você deixar de ser meu.
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dedo podre,
Karla Tabalipa
terça-feira, 23 de novembro de 2010
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